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Carta de Jesus para você: da minha cruz à sua solidão

Eu escrevo da minha cruz à sua solidão. A você, que tantas vezes olhou para mim sem me ver e me ouviu sem me escutar. A você, que tantas vezes prometeu me seguir de perto e, sem saber por quê, se distanciou das pegadas que lhe deixei no mundo para que você não se perdesse.

A você, que nem sempre acredita que estou ao seu lado, que me procura sem me achar e às vezes perde a esperança em me encontrar. A você, que de vez em quando pensa que eu sou apenas uma lembrança e não compreende que estou vivo.
Eu sou o começo e o fim; sou o caminho para você não se desviar, a verdade para que você não erre, e a vida para que você não morra. Meu tema favorito é o amor, que foi minha razão para viver e para morrer.
Eu fui livre até o fim; tive um ideal claro e o defendi com o meu sangue para salvar você. Fui mestre e servidor, sou sensível à amizade e há muito tempo espero pela sua.
Ninguém como eu conhece sua alma, seus pensamentos, seu proceder, e sei muito bem quão grande é o seu valor. Sei que talvez sua vida pareça pobre aos olhos do mundo, mas sei também que você tem muito para dar, e tenho certeza de que, dentro do seu coração, há um tesouro escondido: conheça-se e então você reservará um lugar para mim.
Se você soubesse quanto tempo faz que bato à porta do seu coração e não recebo resposta! Às vezes sofro quando você me ignora e me condena, como Pilatos; também sofro quando você me nega, como Pedro; e quando me trai, como Judas.
Hoje, eu lhe peço que se una à minha dor, que carregue sua pequena cruz junto à minha. Peço-lhe paciência com relação aos seus inimigos, amor ao seu cônjuge, responsabilidade com seus filhos, tolerância com os idosos, compreensão com seus irmãos, compaixão pelo que sofre, serviço com todos, assim como eu vivi e lhe ensinei.
Eu não gostaria de voltar a vê-lo egoísta, rebelde, inconformado, pessimista. Gostaria que sua vida fosse alegre, sempre jovem e cristã. Cada vez que você desanimar, procure-me e me encontrará; cada vez que você se sentir cansado, converse comigo, conte-me seus problemas.
Cada vez que você achar que não serve para nada, não se deprima, não se ache inferior, não se esqueça de que precisarei da sua pequenez para entrar na alma do seu próximo.
Cada vez que você se sentir sozinho na estrada, não se esqueça de que estou com você. Não se canse de me pedir, que eu não me cansarei de lhe dar; não se canse de me seguir, que eu não me cansarei de acompanhar você.
Nunca o deixarei sozinho.

Você merece ser livre.

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Ele me Libertou! Eu sou livre, Ele me libertou! Quebrou as correntes que mantinham a minha alma laçada e presa, em angústias, tristezas, desespero!  Aquela moça triste e com o olhar sempre ausente e distante já não existe mais! O complexo de inferioridade que nela existia teve um encontro com o seu Abba, que o expulsou rapidinho, e a fez perceber que ela não é pouca coisa não, o seu valor é incalculável.

É amada e habitada pelo Dono do universo, que por sinal também é O seu Pai! O Deus Todo- Poderoso escolheu nela habitar, sim, mesmo com tantos lugares maravilhosos, Ele escolheu o coração dela para morar, todo machucado e ferido, já tinha sido remendado tantas vezes, que nem sei como ele ainda conseguia bater! Tantos pensamentos traziam inseguranças, lembranças passadas a faziam duvidar do seu valor, coisas que só faziam com que ela se isolasse e se escondesse cada vez mais! Mas quando o seu Abba chegou tudo isso teve que ir embora e foram substituídos pela doce voz e presença do Espírito Santo que a faz sentir especial e amada demais! Sim, Ele me libertou as correntes que me prendem hoje já não são correntes de dor, mas correntes de amor! Eu sou livre, livre para adorar Aquele que primeiro me amou.

Via: Jovem Hadassa

Jesus me encontrou.

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Hoje os rostos que vi pareciam estranhos. As companhias embora muitas, eram vazias, e o meu sorriso se tornou automático em meio a dor. Quando chegou a madrugada desabei. Mas ninguém ouviu o barulho. 

Eu gritei, mas ninguém ouviu minha alma. Deitei, mas o sono novamente me abandonou na fria madrugada. Então mais uma vez, me virei, coloquei meu rosto no travesseiro e me deixei esvaziar em lágrimas até que o sono voltasse. Logo de manhã, eu maquiei a dor e saí, mas no meio do Caminho Jesus me encontrou. 

Gentilmente Ele pegou um lenço e limpou a maquiagem perfeita que escondia a minha dor. Ele foi o único que  olhou em meus olhos, e não se contentou com um sorriso automático, em meio a pergunta se eu estava bem. Ele foi o único que me deu um abraço quando viu que eu não tinha mais palavras. 

Ele andou comigo o dia todo, e aquela presença expulsou a dor. A sua voz calou o silencio que havia em minha alma. E agora quando a noite chega, eu sei que não estou sozinha. Ele preenche todos os vazios que há em mim. E quando eu sinto que vou desabar, eu corro para Ele, pois Ele é o único que vai me aguentar e vai segurar todos os pedaços que cairão.

Via: Jovem Hadassa

O Homem que mais defendeu as mulheres


As mulheres frequentemente foram silenciadas, controladas, diminuídas e tratadas como subumanas nas mais diversas sociedades humanas. Todavia, houve um homem que lutou sozinho contra o império do preconceito. Ele foi incompreendido, rejeitado, excluído, mas não desistiu dos seus idéias. Ninguém apostou tanto nas mulheres como ele. Fez das prostitutas rainhas, e das desprezadas, princesas. Muitos dizem que ele é o homem mais famoso da história, mas poucos sabem que foi ele quem mais defendeu as mulheres. Seu nome é Jesus Cristo, o Mestre dos Mestres na arte de viver. Esse texto não fala de uma religião, mas da filosofia e da psicologia do homem mais complexo e ousado de que se teve notícia.

Nos tempos de Jesus os homens adúlteros não sofriam punição severa. Todavia, a mulher adultera era arrastada em praça pública, suas vestes rasgadas e, com os seios à mostra, eram apedrejadas sem piedade. Enquanto sangravam e agonizavam, pediam compaixão, mas ninguém as ouvia. A cena, inesquecível, ficava gravada na mente e perturbava a alma para sempre.



Certa vez, uma mulher foi pega em adultério. Arrancaram-na da cama e a arrastaram centenas de metros até o lugar em que Jesus se encontrava. A mulher gritava “Piedade! Compaixão!”, enquanto era arrastada; suas vestes iam sendo rasgadas e sua pele sangrava esfolando-se na terra.

Jesus estava dando uma aula tranqüila na frente do templo. Havia uma multidão ouvindo-o atentamente. Ele lhes ensinava que cada ser humano tem um inestimável valor, que a arte da tolerância é a força dos fortes, que a capacidade de perdoar está diretamente relacionada à maturidade das pessoas. Suas idéias revolucionavam o pensamento humano, por isso começou a ter muitos inimigos. Na época, os judeus constituíam um povo fascinante, mas havia um pequeno grupo de radicais que passou a odiar as idéias do Mestre. Quando trouxeram a mulher adultera até ele, a intenção era apedreja-lo juntamente com ela, usa-la como isca para destruí-lo.

Ao chegarem com a mulher diante dele, a multidão ficou perplexa. Destilando ódio, comentaram que ela fora pega em flagrante adultério. E perguntaram qual era a sentença dele. Se dissesse “Que seja apedrejada”, ele livraria a sua pele, mas destruiria seu projeto transcendental, seu discurso e principalmente seu amor pelo ser humano, em especial pelas mulheres. Se dissesse “Não a matem!”, ele e a mulher seriam imediatamente apedrejados, pois estariam indo contra a tradição daqueles radicais. Se os fariseus tivessem feito a mesma pergunta aos discípulos de Jesus, estes provavelmente teriam dito para mata-la. Assim se livrariam do risco de morrer.

Qual foi a primeira resposta do Mestre diante desse grave incidente? Se você pensou: “Quem não tem peado atire a primeira pedra!” , errou, essa foi a segunda resposta. A primeira foi não da resposta, foi o silencio. Só o silencio pode conter a sabedoria quando a vida está em risco. Nos primeiros 30 segundos de tensão cometemos os maiores erros de nossas vidas, ferimos quem mais amamos. Por isso, o silencio é a oração dos sábios. Para o Mestre dos Mestres, aquela mulher, ainda que desconhecida, pobre, esfolada, rejeitada publicamente e adultera, era mais importante do que todo o ouro do mundo, tão valiosa como a mais pura das mulheres. Era uma jóia raríssima, que tinha sonhos, expectativas, lágrimas, golpes de ousadia, recuos, enfim, uma historia fascinante, tão importante como a de qualquer mulher. Valia a pena correr riscos para resgata-la.

Para o Mestre dos Mestres não havia um padrão para classificar as mulheres. Todas eram igualmente belas, não importando a anatomia do seu corpo, não importando nem mesmo se erravam muito ou pouco. Jesus precisava mudar a mente dos acusadores, mas nunca ninguém conseguiu mudar a mente de linchadores. O “eu” deles era vítima das janelas do ódios, não eram autores da sua história, queria ver sangue. O que fazer, então?

Ao optar pelo silencio, Jesus optou por pensar antes de reagir. Ele escrevia na areia, porque escrevia no teatro da sua mente. Talvez dissesse para si mesmo: “Que homens são esses que não enxergam a riqueza dessa mulher? Por que querem que eu a julgue, se eu quero amá-la? Por que, em vez de olhar para os erros dela, não olham para seus próprios erros?”

O silencio inquietante de Jesus deixou os acusadores perplexos, levando-os a diminuir a temperatura da raiva, da tensão, oxigenando a racionalidade deles. Num segundo momento, eles voltaram a perguntar o veredicto do Mestre. Então, finalmente, ele se levantou. Fitou os fariseus nos olhos, como se dissesse: “Matem a mulher! Todavia, antes de apedreja-la, mudem a base do julgamento, tenham a coragem de ser transparentes em enxergar as suas falhas, erros e contradições”. Esse era o sentido de suas palavras. “Quem não tem pecado atire a primeira pedra!”

Os fariseus receberam um choque de lucidez com as palavras de Jesus. Saíram do cárcere das janelas killer e começaram a abrir as janelas light. Deixaram de ser vítimas do instinto de agressividade e passaram a gerenciar suas reações. O homo sapiens prevaleceu sobre o homo bios, a racionalidade voltou. O resultado é que eles saíram de cena. Os mais velhos saíram primeiro porque tinham acumulado mais falhas ao longo da vida ou porque eram mais conscientes delas.

Jesus olhou para a mulher e fez uma delicada pergunta: “Mulher, onde estão seus acusadores?” O que ele quis dizer com essa pergunta e por que a fez? Em primeiro lugar, ele chamou a adultera de “mulher”, deu-lhe o status mais nobre, o de um ser humano. Ele não perguntou com quantos homens ela dormira. Para o Mestre dos Mestres, a pessoa que erra é mais importante do que seus próprios erros. Aquela mulher não era uma pecadora, mas um ser humano maravilhoso. Em segundo lugar, perguntou: “Onde estão os seus acusadores? Ninguém a acusou?” Ela respondeu: “Ninguém”. Ele reagiu: “Nem eu”. Talvez ele fosse a única pessoa que tivesse condições de julga-la, mas não o fez. O homem que mais defendeu as mulheres não a julgou, mas compreendeu, não a excluiu, mas a abraçou. As sociedades ocidentais são cristãs apenas no nome, pois desrespeitam os princípios fundamentais vividos por Jesus. Um deles é o respeito incondicional pelas mulheres!
O homem que mais defendeu as mulheres não parou por aí. Sua ultima frase indica o apogeu da sua humanidade, o patamar mais sublime da solidariedade. Ele disse para a mulher: “Vá e refaça seus caminhos”. Essa frase abala os alicerces da psiquiatria, da psicologia e da filosofia. Jesus tinha todos os motivos para dizer: “De hoje em diante, sua vida me pertence, você deve ser minha discípula”. Os políticos e autoridades usam seu poder para que as pessoas os aplaudam e gravitem em sua órbita. Mas Jesus, apesar do seu descomunal poder sobre a mulher, foi desprendido de qualquer interesse. “Vá e revise a sua historia, cuide-se. Mulher, você não me deve nada. Você é livre!” 

Jesus a despediu, mas ela não foi embora. E por que? Porque o amou. E, por ama-lo, o seguiu para sempre, inclusive até os pés da cruz, quando ele agonizava. Talvez essa mulher tenha sido Maria Madalena. A base fundamental da liberdade é a capacidade de escolha, e a capacidade de escolha só é plena quando temos liberdade de escolher o que amamos. Todavia, estamos vivendo em uma sociedade em que não conseguimos sequer amar a nós mesmos. Estamos nos tornando mais um numero de cartão de crédito, mais um consumidor potencial. Isso é inaceitável.


Augusto Cury

O QUE SOMOS SEM JESUS?


Alguém me enviou por e-mail uma parábola interessante sobre o jumentinho que Jesus usou para entrar em Jerusalém. Dizia assim:
“Um jumentinho voltando para sua casa todo contente, falou para sua mãe:
– Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão… Todos estavam contentes com minha presença.Sua mãe perguntou se ele estava só e o burrinho disse:
– Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.
Então sua mãe falou:
– Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.
Então o burrinho respondeu:
– Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá…
Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, o maltratavam, o xingavam e até mesmo batiam nele.
Voltando para sua casa, disse para sua mãe:
– Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra… Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe…
Indignado o burrinho disse a sua mãe:
– Porque isso aconteceu comigo?
Sua mãe respondeu:
– Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumentinho… Lembre-se sempre disso”.
Nós sozinhos somos apenas um jumentinho; um ser humano sem a graça de Deus e sem a Sua força sobrenatural. Somos pobres, fracos, impotentes…
Jesus disse que Ele é a videira verdadeira e que nós somos os seus ramos; e que se o ramo se desprender Dele, vai secar e morrer. E acrescentou: “Sem Mim nada podeis fazer” (João 15, 5s).
É porque nos esquecemos dessa palavra de Jesus que tantas vezes fracassamos em nossas lutas, projetos, empreendimentos, evangelização, educação dos filhos, trabalho profissional e religioso, etc. Nos esquecemos que se Jesus não estiver conosco, pela fé e pela oração, seremos um pouco parecidos com o jumentinho de Jerusalém.
Quando nós falamos as palavras de Jesus, atraímos as pessoas; quando “carregamos’ Jesus as pessoas nos ouvem; mas, quando estamos só, vazios, sem “carregar” Jesus, o povo olha para nós e vê a nossa feiura e impotência. E pode nos desprezar.
Não podemos fazer nada nesta vida sem “carregar” Jesus.
Mas carregar Jesus é estar ciente de que os aplausos são para Ele e não para nós.
É estar cientes de que Ele não precisa de nós, mas quer nos usar para nos dar dignidade e grandeza.
Carregar Jesus é estar ciente de que depois que o ajudamos a cumpriu a Sua missão salvífica, voltamos a ser apenas um “jumentinho”,  muito feliz e honrado, mas  como os outros. São Paulo diz que somos “vasos de barro” para que a gente esteja ciente de que todo poder que se manifesta em nós vem Dele e não de nós (cf. 2Cor 4,7 ).
Não faça nada sem “carregar” Jesus. Não comece  o dia sem Jesus. Não corrija seu filho, sua esposa, seu empregado ou seu patrão,  sem pedir a luz a Jesus; senão as suas palavras poderão ser inconvenientes e ineficazes.
Não comece um empreendimento sem colocá-lo nas mãos de Jesus e pedir sua graça, sua proteção, sua luz.
Não eduque sua família sem a luz de Jesus, senão ela caminhará nas trevas do mundo.
Não faça o seu trabalho pastoral acreditando apenas em você, nos “seus” planos bem traçados; pode ser que você se decepcione e desanime de tudo como muitos.
Não se esqueça, sem Jesus, o jumentinho de Jerusalém é apenas um jumentinho.
Jesus mandou pedir, pedir e pedir. “Pedi, e dar-se-vos-á; buscais e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede recebe; aquele que procura acha; ao que bater se lhe abrirá” (Lucas 11,9-11).
Acreditamos nisso, ou desistimos de pedir? Santo  Agostinho se converteu  e foi um dos santos mais importantes da Igreja; porque sua mãe derramou sua lágrimas diante do Santíssimo, sem desistir e sem desanimar, durante vinte anos. E nós?
 (Via Felipe Aquino)

COMO JESUS MUDA A MINHA VIDA?

"A Bíblia não deixa dúvidas de que Jesus voltou para o Céu, para junto do Pai, cerca de 40 dias depois da ressurreição. Na carta aos Hebreus, capítulo 4, versículos 14 a 16, encontramos uma descrição do trabalho de Jesus no reino celestial: “Visto que temos um grande Sumo Sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que como nós, em tudo foi tentado mas sem pecado, chegamos pois com confiança ao trono da graça para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.”
Jesus subiu ao Céu para cumprir um papel fundamental no plano divino para a salvação da humanidade. O sacrifício de nosso Senhor foi completo e suficiente. No entanto, é preciso que Jesus aplique os benefícios de Sua morte em favor do ser humano. O Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, assumiu o lugar de Cristo aqui na Terra junto aos homens. É o Espírito Santo que move o coração da humanidade para aceitar a salvação.
Tudo o que Jesus fez durante a Sua vida terrestre, Seu sofrimento, Sua morte e ressurreição, Sua ascensão gloriosa e Seu ministério em favor da humanidade junto ao trono do Pai, não terá validade se o indivíduo não O aceitar como Salvador.
A cada ser humano compete a solene decisão de escolher seu caminho. Não basta conhecer a Jesus no sentido de saber que Ele existe. Não adianta declarar-se cristão e leva-Lo em uma gravura ou imagem. É necessário, isto sim, que O aceitemos, e recebamos em nossa vida os méritos de Seu sacrifício e de Sua intercessão.
Esta decisão é individual. O marido não pode escolher pela esposa. Os pais, não podem obrigar seus filhos a seguirem uma direção. Uma pessoa não pode forçar seu melhor amigo. Podemos falar e contar de nossa experiência; podemos motivar os outros; mas a escolhe cabe a cada um.
Amigo querido, Jesus neste momento está intercedendo por você e por mim. Jamais Ele cessa de apresentar diante do trono de Deus cada caso que Lhe é entregue. Em Hebreus 7:25 nós lemos que Jesus “pode salvar perfeitamente os que por Ele se achegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” Esta é a certeza que o Senhor nos oferece. Não há caso que Ele não possa resolver.
Muitas pessoas pensam que não há mais solução para sua vida. Envolveram-se em tantos problemas, que parece impossível uma saída, uma resposta. Mas, não há pecado que não possa ser perdoado, exceto o pecado de não se desejar o perdão. Jesus nos afirma que está continuamente, em qualquer lugar, sob quaisquer circunstâncias, Ele sempre – esta é a palavra, SEMPRE, intercederá por você, se este for o teu desejo.
Quando nos apropriamos da graça de Cristo, os efeitos de Sua mediação sobre a nossa vida envolve não só o recebimento do perdão para os nossos pecados, mas também poder para viver uma vida sem pecados.
Ao Jesus apresentar diante do Pai os méritos de Sua vida santa, sem pecado, e as marcas de Seu sacrifício, Deus nos aceita da mesma maneira como aceitou Seu Filho. Somos considerados pelo Pai, da mesma maneira como o Pai considera o Filho. Isto significa que Deus olha para nós como se estivesse olhando para Jesus. Ele então vê nossos pecados e fraquezas para nos condenar. Mas vê alguém por quem Seu Filho deu a vida, alguém que necessita da salvação.
E há ainda uma coisa maravilhosa nisso tudo. Jesus é o nosso intercessor. O homem necessita recorrer a outros seres humanos para se aproximar de Deus. Paulo, escrevendo a Timóteo afirma: “Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, a saber, Jesus Cristo, homem” (2:5).
Isto significa que não dependemos da atuação de quaisquer outros seres humanos para sermos recebidos por Deus e obtermos dEle perdão e aceitação.
Quando pecou, o homem ficou separado de Deus. Quando veio Jesus, e deu Sua vida por nós, e então voltou ao Céu, Ele se tornou como uma ponte cobrindo o abismo aberto pelo pecado. O caminho para Deus só pode ser trilhado através de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Um dos mais lindos versos dos evangelhos se encontra em João 14:6. Jesus, respondendo a pergunta de Tomé para saber o caminho para onde ia Jesus:
“Eu Sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim.”
Nessa resposta, o Senhor estabeleceu uma das máximas do cristianismo. Jesus é o caminho! Ele é o elo de ligação entre a humanidade e a divindade. Não há outro meio. Milhares de pessoas buscam por diferentes maneiras encontrar um estado de felicidade, de bem-estar, de paz. Mas isto só pode ser encontrado e perpetuado no reatar das ligações com Deus. E para fazer esse religamento, nós precisamos aceitar o que Jesus fez por nós.
É interessante notar que esse é o próprio sentido e significado da religião. Religião quer dizer religamento. Refazer uma ligação que foi cortada ou interrompida. E o único que pode religar o homem a Deus é Jesus, nosso Amigo e Salvador.
Quando aceitamos voltar para Jesus pelo único caminho que nos leva de volta a Ele, Jesus, temos também certeza de encontrar a verdade. Quantas pessoas vivem iludidas por mentiras e falsidades. Gastam uma vida inteira crendo e confiando em enganos. Outros gastam sua vida filosofando acerca do que é a verdade e onde encontrá-la. Quando aceitamos a Jesus, quando cremos que Ele é o Caminho que nos conduz para Deus, podemos estar certos também, que Ele nos guiará para a verdade. A verdade não é uma teoria, não é algo abstrato, filosófico. A verdade é Jesus.
É interessante como as coisas se ligam naturalmente. Quando aceitamos ao Senhor, Ele nos guia por um Caminho verdadeiro que nos conduz à vida. Isto significa que, seguindo os passos de Jesus, tal como está na Bíblia, trilharemos por um caminho verdadeiro, que dá significado e sentido a vida!"
Pr. Montano de Barros

A prova histórica de que Jesus existiu

Muitas pessoas, principalmente os que não acreditam no cristianismo, duvidam da existência de Jesus, todavia mesmo para os ateus, é verdade que Cristo existiu sim, e quem prova isso é o historiador fariseu Flávio Josefo, em seus livros, faz duas menções sobre o "tal Cristo" que tinha facilidade em agrupar multidões que o consideravam "messias".

É importante levar em consideração que Josefo não tinha nenhum interesse e ele mesmo não achava que Jesus tinha linhagem divina, porém ele como historiador evidenciou que Cristo pisou na terra, abaixo nós transcrevemos uma das passagens que citam Jesus:


“Anano, um dos que nós falamos agora, era homem ousado e empreender, da seita dos saduceus, que, como dissemos, são os mais severos de todos os judeus e os mais rigorosos no julgamento. Ele aproveitou o tempo da morte de Festo, e Albino ainda não havia chegado, para reunir um conselho diante do qual fez comparecer Tiago, irmão de Jesus chamado Cristo, e alguns outros; acusou-os de terem desobedecido às leis e os condenou ao apedrejamento. Esse ato desagradou muito a todos os habitantes de Jerusalém, que eram piedosos e tinham verdadeiro amor pela observância das nossas leis” – (JOSEFO, Flavio, História dos Judeus – CPAD, 2000, pp.465)


Paixão de Cristo

Foi por mim, foi por você, foi pela humanidade.
Sim, ele morreu pelos nossos pecados, crucificado em uma cruz, sofreu, sofreu e por nós.
Hoje é dia de lembrar desse sacrifício único.
Agradecer pela vida e pela esperança de um mundo melhor.


Esqueça do Chocolate nessa Páscoa!

É Páscoa Jesus está vivo, a treva foi vencida pela luz, 
é tempo de deixar a luz vencer as nossas trevas, 
de sairmos do sepulcro e ir para a vida,
de renovarmos o coração e celebrar a vitória.
Ele nos convida a sairmos do velho e entrar no novo.
Então alegrai-vos e rendei-lhes glória, celebrai com canto
De vitória. 
Se a morte não pode vencê-lo,
Quem poderá?
Ele vive e reina e reinará.
Aleluia, Aleluia, Aleluia.


O tempo da pascoa é para celebrar a ressurreição de Cristo, afinal ele morreu por nós. É a superação da vida sobre a morte, O Deus menino vive. Agradeça mais e esqueça o chocolate!