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Cada vez que o Filho se CHATEAVA, o Pai Obrigava-o a pregar um Prego! A RAZÃO é Brilhante!​

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Havia um menino que tinha um temperamento difícil. O pai deu-lhe um saco de pregos e disse-lhe que, a cada vez que perdesse a paciência, pregasse um prego na cerca dos fundos da sua casa.Cada vez que o Filho se CHATEAVA, o Pai Obrigava-o a pregar um Prego.

No primeiro dia o menino pregou 37 pregos na cerca. Então foi diminuindo gradualmente. Ele descobriu que era mais fácil conter o seu temperamento do que pregar pregos na cerca. Finalmente chegou o dia em que o menino não perdeu mais a paciência.
Ele contou isso ao pai, que sugeriu que agora o menino tirasse um prego da cerca todos os dias que ele conseguisse conter seu temperamento.
Os dias foram passando e o menino pôde, finalmente, contar a seu pai que não havia mais pregos na cerca. Então, O pai pegou o filho pela mão, levou-o ate a cerca e disse:
-“Fizeste bem, meu filho, mas vê os buracos na cerca. A cerca nunca mais será a mesma. Quando dizes coisas com ódio, elas deixam uma cicatriz como estas. Podes enfiar uma faca num homem e tira-la. Não importa quantas vezes peças desculpa, a ferida continuara lá. Uma ferida verbal e tão má quanto uma física”.
“Os amigos são jóias raras”, continuou o pai.
“Eles nos fazem sorrir e nos encorajam a seguir em frente. Eles dão-nos ouvidos, consolam-nos e estão sempre dispostos a abrir-nos o coração.” Então, pense no que falará!
Lição de Vida

Morte de farmacêutica ganha repercussão e serve como alerta

Ela tinha 34 anos e lutava há sete meses contra um câncer de colo de útero. A morte de Savanna repercutiu nas redes sociais e comoveu centenas de internautas.


Em seu perfil no Facebook, Savanna recebeu várias homenagens. Uma das mensagenschama atenção é a do empresário Paulo Trindade que recentemente revelou nas redes sociais a descoberta de um câncer. Trindade está em tratamento e conversava constantemente com Savanna.







Em nota, a prefeitura lamentou a morte de Savanna: "Uma mulher guerreira, iluminada, mãe, amiga, filha. É com sua frase que nos despedimos hoje desta guerreira: o amor conserta tudo".

A frase relembra uma postagem publicada por Savanna em 15 de abril deste ano onde ela mostrou uma lista do que aprendeu depois que descobriu o câncer. Confira:

"Vou dizer o que eu aprendi de positivo quando eu descobri que estava doente:
1)Ser amada é a melhor coisa da vida;
2)Enfermeiros são heróis;
3)A amizade verdadeira levanta até defunto;
4)Animais de estimação sabem consolar;
5)Aqueles que se menos espera, são os que mais ajudam;
6)É realmente possível viver sem comida por 7 dias;
7)Idade e maturidade são coisas diferentes;
8)Rir é o melhor remédio;
9)Fazer piada da desgraça ajuda a processá-la;
10)Sua família estará contigo até quando ninguém mais estiver;
11)Filmes e desenhos animados são um bom passa tempo para esquecer das dificuldades;
12)Morrer não é tão assustador quanto parece;
13)Se cobrar menos te deixa mais feliz;
14)Estabelecer limites para as pessoas a sua volta é importante;
15)A saúde é o mais importante de tudo;
16)Comer é um prazer divino;
17)Algumas pessoas estranhas serão mais gentis do que as que você conhece faz tempo.
18)É possível se tornar uma pessoa melhor depois do câncer;
19)Tudo está aonde deveria estar, mesmo que não consiga ver isso agora;
20)o câncer te traz novas amizades muito especiais;
21)você vai amadurecer uns 10 anos em poucos meses;
22)Uma hora, as agulhas param de doer ao furarem a pele;
23)Câncer não é a doença mais triste que existe;
24)Suas conquistas serão inúmeras;
25)Todo mundo vai saber seu nome;
26)Vai se tornar cliente vip dos lugares que frequenta;
27)Vai receber pequenos agrados e sorrisos; 
28)Vai poder dizer muitas vezes: “por experiência própria, acho que…”
29)Vai economizar horrores com salão, depilação e manicure;
30)Vai ser mimada e constantemente agradada;
31)Vai ser capaz de amar mais intensamente;
32)Vai olhar a natureza, o céu e os pássaros como nunca viu antes;
33)Se tornará mais sensível para perceber as necessidades verdadeiras do mundo;
34)O amor conserta tudo;
35) A dor não é eterna.

A morte de Savanna serve como alerta em relação a esse tipo de câncer que é o segundo que mais mata mulheres em todo mundo, perdendo apenas para o câncer de mama.

O Exame

O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolaou) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois sua realização periódica permite reduzir a mortalidade pela doença.

Quem deve fazer?

Toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade. Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos. Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos. (Com informações do Inca)


Portal O Norte

Ela Pediu ao Bombeiro Para Escrever um CARTA para Mãe, e Deixou todos em LÁGRIMAS!




O que esta jovem pediu ao bombeiro para escrever para a sua mãe, após o acidente, é realmente impressionante e emocionante, e sinceramente todos deviam ler e compartilha esta mensagem. Quem sabe o teu compartilhamento possa conscientizar as pessoas para esta realidade, de conduzir sobe o efeito do álcool, e consequentemente salvar vidas.

“MÃE
Fiz o que me pediu. Fui à festa, mãe.
Fui a uma festa, e lembrei-me do que me disseste. Pediste-me que eu não bebesse álcool, né mãe.
Então, bebi uma apenas uma “Cola”.
Senti orgulho de mim mesma, e do modo como me disseste que eu me sentiria e que não deveria beber e dirigir. Ao contrário do que alguns amigos me falaram.
Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correto. E quando a festa finalmente acabou, e o pessoal começou a dirigir sem condições. Então, Fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz, mas Eu nunca poderia esperar o que iria acontecer, Agora estou deitada na rua, e ouvi o polícia dizer:
“O rapaz que causou este acidente estava bêbado”, mãe, a voz parecia, Tão distante, O meu sangue está escorrido por todos os lados e eu estou tentando viver com todas as minhas forças, não chorar, Posso ouvir os paramédicos dizerem: “A garota vai morrer”
Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e dirigir e agora Tenho que morrer, Então por que as pessoas fazem isso, mãe? Sabendo que isto vai arruinar vidas? A dor está me cortando como uma centena de facas afiadas.
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao papai que ele Seja forte E quando eu for para o céu, escreva “Menina do Pai” na minha sepultura, Alguém deveria ter dito aquele rapaz que é errado beber e dirigir Talvez, se os seus pais tivessem dito, eu ainda estivesse viva.


Minha respiração está ficando cada vez mais fraca, mãe, e estou ficando com medo, Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada, Eu gostaria que tu pudesses abraçar-me, mãe, enquanto estou esticada no chão e morrendo, eu gostaria de poder dizer que te amo, mãe!
Então, te amo muito minha mãe,adeus…”
Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o soldado ia anotando, muito chocado. Pois, Este soldado iniciou uma campanha. Com este pequeno gesto pode fazer uma grande diferença.
Se esta MENSAGEM chegou até você, Compartilhe essa mensagens e não perca a oportunidade de conscientizar mais e mais pessoas.
Via: Lição de vida

Mulher Fazia Limpeza e ENCONTROU Algo do seu Marido, em Seguida ela CAIU em LÁGRIMAS!


Durante a limpeza de mais um dia normal, a mulher encontrou algo do seu marido, Mas quando começou a ver, não conseguiu aguentar as lágrimas, certamente vai acontecer o mesmo contigo, pois é uma realidade que atinge muitas pessoas hoje em dia, Infelizmente!

Julia está casada há mais de 50 anos. Ao longo destas décadas, o marido Tadeu foi o seu grande companheiro e o seu primeiro e único amor. Entre alicerces de certeza, tudo desmoronou há poucos anos. Júlia não sai do lado do seu amado, mas ela já não sabe quem ele é. Nos últimos tempos, as conversas não fazem sentido e o olhar está quase sempre distante. Ela sente saudades estranhas, de alguém que está vivo e presente.
Durante intermináveis dias e noites, os dois percorrem juntos mundos ora reais (historias), ora fantasiosos. O casal idoso caminha numa corda bamba, balançando entre o ontem e o hoje, e sem saber como será o amanhã. Júlia chora, mas sabe que precisa aceitar esta terrível realidade: Tadeu tem Alzheimer. Se em alguns dias ele se lembra da família e de todos os anos juntos, noutros a doença traga-o para um buraco negro esvaziado do seu ser.
Porém, justamente num destes dias em que Tadeu não sabe em que cama acordou, Júlia ganha um inesperado presente. Ela está limpando a casa, quando encontra a seguinte carta escondida na mesinha de cabeceira:
Querida Júlia:
Eu estou a escrever-te agora, enquanto dormes, caso amanhã não seja eu que acorde ao teu lado.
Nestas viagens de ida e volta, eu passo cada vez mais tempo do outro lado, e numa delas, quem sabe? Eu temo que não regresse.
Caso amanhã eu não seja capaz de saber o que está acontecendo comigo. Caso amanhã, eu não possa mais dizer-te o quanto eu aprecio e admiro a tua integridade, este teu empenho em estar ao meu lado, tentando fazer-me feliz, apesar de tudo, como de costume.
Caso amanhã eu não tenha mais consciência do que fazes. Quando colocas pedacinhos de papel na porta para que eu não confunda a cozinha com a casa-de-banho; quando consegues fazer-me rir por ter colocado os sapatos sem meias; quando insistir e repetir a mesma conversa mesmo que eu me perca a cada frase; quando te aproximas disfarçadamente e sussurras no meu ouvido o nome de um dos nossos netos; quando reages com ternura aos meus ataques esporádicos de ira, como se algo dentro de mim se rebelasse contra este destino que me tem como prisioneiro.
Por essas e por tantas outras coisas. Caso amanhã eu não me lembre mais do teu nome, nem do meu.
Caso amanhã eu não possa dizer obrigado.
Caso amanhã, Júlia, eu não seja capaz de dizer, ainda que uma última vez, EU TE AMO.
Sempre TE AMEI.
– T.A.M.R “
É quase impossível ler estas palavras sem deixar escapar pelo menos uma lágrima. Esta carta é uma linda prova de amor, apesar da tristeza e do esquecimento trazidos pela doença. Aos familiares de alguém com Alzheimer, tentam lembrar de quem é aquela pessoa, mesmo que ela mesma já não o saiba.
Porém, não apenas os afetados por este problema deveriam seguir este caminho. Valorizar aqueles que estão perto de nós e nos amam é um exercício a ser feito todos os dias. Se esquecemos, de repente pode ser tarde demais. Compartilhe este artigo com a tua família e amigos. Aproveita a oportunidade para dizer o quanto eles são importantes! Vida longa ao amor!
Via: Lição de vida

PECADOS PÚBLICOS


Não reclamo. Apenas constato. Tem ficado cada vez mais difícil a gente se reconciliar com os erros cometidos. O motivo é simples. A vida privada acabou. O acontecimento particular passa a pertencer a todos. A internet é um recurso para que isso aconteça. Os poucos minutos noticiados não cairão no esquecimento. Há um modo de fazê-los perdurarem. Quem não viu poderá ver. Repetidas vezes. É só procurar o caminho, digitar uma palavra para a busca.
Tudo tem sido assim. A socialização da notícia é um fato novo, interessantíssimo. Possibilita a informação aos que não estavam diante da TV no momento em que foi exibida.
A internet nos oferece uma porta que nos devolve ao passado. Fico fascinado com a possibilidade de rever as aberturas dos programas do meu tempo de infância. As imagens que permaneciam vivas no inconsciente reencontram a realidade das cores, movimentos e dos sons.
Mas o que fazer quando a imagem disponível refere-se ao momento trágico da vida de uma pessoa? Indigência exposta, ferida que foi cavada pelos dedos pontiagudos da fragilidade humana? Ainda é cedo para dizer. Este novo tempo ainda balbucia suas primeiras palavras.
O certo é que a imagem eterniza o erro, o deslize. Ficará para posteridade. Estará resguardada, assim como o museu resguarda documentos que nos recordam a história do mundo.
Coisas da contemporaneidade. Os recursos tecnológicos nos permitem eternizar belezas e feiúras.
Uma fala sobre o erro. Eles nascem de nossa condição humana. Somos falíveis. É estatuto que não podemos negar. Somos insuficientes, como tão bem sugeriu o filósofo francês, Blaise Pascal. O bem que conhecemos nem sempre atinge nossas ações. Todo mundo erra. Uns mais, outros menos. Admitir os erros é questão de maturidade. Esperamos que todos o façam. É nobre assumir a verdade, esclarecer os fatos. Mais que isso. É necessário assumir as conseqüências jurídicas e morais dos erros cometidos. Não se trata de sugerir acobertamento, nem tampouco solicitar que afrouxem as regras. Quero apenas refletir sobre uma das inadequações que a vida moderna estabeleceu para a condição humana.
Tenho aprendido que o direito de colocar uma pedra sobre o erro faz parte de toda experiência de reconciliação pessoal. Virar a página, recomeçar, esquecer o peso do deslize é fundamental para que a pessoa possa ser capaz de reassumir a vida depois da queda. É como ajeitar uma peça que ficou sem encaixe. O prosseguimento requer adequação dos desajustes. E isso requer esquecer. Depois de pagar pelo erro cometido a pessoa deveria ter o direito de perder o peso da culpa. O arrependimento edifica, mas a culpa destrói.
Mas como perder o malefício do erro se a imagem perpetua no tempo o que na alma não queremos mais trazer? Nasce o impasse. O homem hoje perdoado ainda permanecerá aprisionado na imagem. A vida virtual não liberta a real, mas a coloca na perspectiva de um julgamento eterno. A morbidez do momento não se esvai da imagem. Será recordada toda vez que alguém se sentir no direito de retirar a pedra da sepultura. E assim o passado não passa, mas permanece digitalizado, pronto para reacender a dor moral que a imagem recorda.
Estamos na era dos pecados públicos. Acusadores e defensores se digladiam nos inúmeros territórios da vida virtual. Ambos a acenderem o fogo que indica o lugar onde a vítima padece. A alguns o anonimato encoraja. Gritam suas denúncias como se estivessem protegidos por uma blindagem moral. Como se também não cometessem erros. Como se estivessem em estado de absoluta coerência. No conforto de suas histórias preservadas, empunham as pedras para atacar os eleitos do momento.
O fato é que o pecador público exerce o papel de vítima expiatória social. Nele todas as iras são depositadas porque nele todas as misérias são reconhecidas. No pecado do outro nós também queremos purgar o pecado que está em nós. Em formatos diferentes, mas está. Crimes menores, maiores; não sei. Mas crimes. Deslizes diários que nos recordam que somos território da indigência. O pecador exposto na vitrine deixa de ser organismo. Em sua dignidade negada ele se transforma em mecanismo de purificação coletiva. É preciso cautela. Nossos gritos de indignação nem sempre são sinceros. Podem estar a serviço de nossos medos. Ao gritar a defesa ou a condenação podemos criar a doce e temporária sensação de que o erro é uma realidade que não nos pertence. Assumimos o direito de nos excluir da classe dos miseráveis, porque enquanto o pecador permanecer exposto em sua miséria, nós nos sentiremos protegidos.
Mas essa proteção que não protege é a mãe da hipocrisia. Dela não podemos esperar crescimento humano, nem tampouco o florescimento da misericórdia. Uma coisa é certa. Quando a misericórdia deixa de fazer parte da vida humana, tudo fica mais difícil. É a partir dela que podemos reencontrar o caminho. O erro humano só pode ser superado quando aquele que erra encontra um espaço misericordioso que o ajude a reorientar a conduta.
Nisso somos todos iguais. Acusadores e defensores. Ou há alguém entre nós que nunca tenha necessitado de ser olhado com misericórdia?
PADRE FÁBIO DE MELO