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Não Deposite Frustrações Passadas Em Amores Futuros

Menina pensando sobre suas frustrações passadas não devem influenciar os amores futuros


Se tem alguém que tem péssimas experiências com amores passados, essa pessoa sou eu. Aliás, escrever sobre relacionamentos não implica, necessariamente, em sucesso com eles. Azar, escolhas erradas, impossibilidades, tudo acontece comigo. No entanto, apesar de tantas quedas, procuro não depositar frustrações passadas em amores futuros. Termino um relacionamento e encerro um ciclo. Começo outro devidamente disposta, esperançosa e como se estivesse começando do zero.
O que acontece, entretanto, é que as pessoas começam outras histórias sem resolver questões antigas. Mais do que isso, dão chance a novos amores, mas os tratam como amores antigos. Depositam mágoas, ressentimentos, inseguranças naqueles que não têm nada a ver com o sofrimento de antes. Já começam novas páginas, manchando-as com resultados de experiências passadas.


Aí não há tentativa de fazer diferente que resista. Por mais que eu esteja totalmente aberta a novas histórias, mesmo que elas sejam repetições das antigas, acabo encontrando resquícios de frustrações em cada uma delas. Pessoas que não conseguem se desvencilhar de paixões antigas, aquelas que trazem na bagagem uma frieza e crueldade depois de terem sofrido por amor, os que já desistiram de relacionamentos e estão apenas de passagem.  Há muito peso em novos começos.
Todos tentam recomeçar, mas poucos recomeçam de fato. Para iniciar um novo ciclo, é preciso fechar o antigo. Levar o sofrimento de amores fracassados apenas como aprendizado e não como bagagem. Depositar frustrações em novos amores é condenar imediatamente o começo ao fracasso. É iniciar uma história, sabendo exatamente do seu fim. O outro não merece levar a culpa por motivos que nem ao menos conhece.
Dessa forma, é preciso encerrar. Histórias, ciclos, amores, sofrimentos. Só quem coloca um ponto final pode realmente iniciar um novo parágrafo. Definitivamente, não há como curar corações partidos, partindo outros. Por isso, ao dar início à novas histórias, certifique-se de que elas estão sendo construídas sobre superfícies planas, sem resquícios de rachaduras passadas. Só assim, é possível construir a base de grandes estruturas.
Liberte-se do passado. Ele já passou.


O PASSADO NÃO DEFINE MEU PRESENTE


Muitas são as pessoas que vivem presas ao seu passado. Um passado que ainda está vivo no presente, que oprime e frustra, que faz as pessoas sofrerem constantemente. O passado já ficou pra trás e não devemos revivê-lo. Além disso, devemos deixar de viver no passado.
Nossa vida é um ciclo no qual devemos estar sempre avançando. Por isso, não podemos voltar no tempo para mudar os erros que foram cometidos, as palavras que foram ditas… Mas há algo de positivo, e é o fato de que podemos ser melhores hoje, sem repetir aquilo que não queríamos que tivesse acontecido.

Um presente cheio de “e se…”

Embora possamos escolher mais de um caminho em nossas vidas, e retroceder ao perceber que tal caminho não nos leva aonde realmente queremos ir, a única certeza que temos é que jamais poderemos mudar o que já aconteceu. Pensamos muitas vezes nas inúmeras estradas que poderíamos ter percorrido se tivéssemos agido de outra forma, se tivéssemos nos arriscado… Todos esses “e se…” e muitas outras coisas nos fazem pensar nas possíveis saídas que permitiriam que em nosso presente não nos arrependêssemos tanto do nosso passado.
Uma coisa da qual não estamos cientes é que cada escolha deixa uma marca no nosso presente. Se tivéssemos atuado de outra maneira não seríamos os mesmos hoje em dia. Talvez isso produza algum alívio em você, devido ao fato de que provavelmente seu presente não seria tão bom quanto você imagina.
Assim, você começa a ver o passado como algo que já aconteceu e que não pode ser transformado. Elimine o “e se…” que não serve para nada, já que não vai mudar coisa alguma. Apenas vai te atormentar e te frustrar ainda mais. Deixe o passado para trás.

Agora é o momento de mudar

Se você ainda segue ancorado no “e se…” é o momento de planejar a possibilidade de uma mudança. Ou seja, não podemos mudar o passado, mas com nossas ações podemos fazer com que tudo isso que fizemos de errado se transforme em um aprendizado.
Constantemente pensamos que os erros são algo negativo, mas é algo que inevitavelmente temos que sofrer. Sem o erro não existe a aprendizagem, sem equívocos não há acerto. É chegada a hora de mudar, por isso você deve ver seu passado como uma possibilidade de aprendizado.
Pegue tudo isso que você não gostou em si mesmo, todas essas palavras que não queria ter dito e todos aqueles equívocos que te levaram ao caminho da amargura. Coloque todos numa caixinha, analise-os e guarde-os. A partir de agora, você nunca mais vai tropeçar na mesma pedra.
Ainda que às vezes machuque olhar para trás, ou ainda pior, analisar nossos erros e equívocos, é importante que o façamos para podermos seguir avançando e nos superando. Fechar os olhos nunca será uma boa ideia. Isso apenas fará com que não superemos nosso passado.

Siga caminhando, ainda que seja difícil

Agora é o momento em que você deve seguir caminhando. Já analisou o seu passado, encontrou onde você se equivocou, aquilo que te fez mal, e agora é o momento de avançar. Você não pode viver apegado ao seu passado, senão, o que acontecerá com o seu presente?
Pense que quanto mais tempo você passar no seu passado mais oportunidades estará ignorando no presente. Além disso, imagine que algo que te machucou muito foi causado pelas pessoas que você encontrou ao longo do caminho, e que acabaram te ferindo.
Se você vive no passado, ganhará em desconfiança, perderá a oportunidade de fazer novas amizades e de conhecer pessoas maravilhosas. Se você se desprende do seu passado e segue caminhando, voltará a recuperar a confiança perdida e conhecerá novas pessoas que vão encher sua vida de luz e alegria.
Você não percebe que viver preso ao seu passado é negar a felicidade a você mesmo? Comece a soltar o passado, porque manter-se nele é quase como ter rancor de uma pessoa. Isso te impede de avançar, te impede de crescer, te impede de alcançar a verdadeira felicidade.
Você não merece uma vida de amargura. O tempo passa, o presente é efêmero e é necessário que você preste a devida atenção nele. Aprenda com o seu passado e siga com passos firmes para o seu futuro, enquanto aproveita um presente que rapidamente passará diante dos seus olhos.
Via: Sábias Palavras

Precisei te perder pra me encontrar.


Eu sinto muita falta de ter algo contigo, mas sinto ainda mais de pensar que tínhamos algo. Sinto falta da esperança, sinto falta de quando me convencia de que você gostava de mim, de repassar nossos diálogos na minha cabeça só pra sentir em determinadas partes o coração palpitar. Mas quando eu penso na gente, no que você me oferecia, no que dizemos e fizemos um para o outro e o quanto você ainda é responsável por me fazer bem ou mal (uma tarefa que não deveria ser incumbida a ninguém) eu fico desesperada pra eliminá-lo da minha vida como se fosse uma doença, de modo que eu até esqueça as coisas boas que tivemos. Porque, no fundo, não tenho nenhuma dúvida de que vou ser mais feliz assim.
Afinal, se eu dou a uma pessoa do meu passado o poder de me desestabilizar desse jeito, diante do que venho fazendo pra me sentir bem, ponho tudo a perder. É regressão. Mas isso não é exclusividade de quem passou. Vai continuar acontecendo com qualquer pessoa que entrar na minha vida se eu não assumir o controle dela, entende? Eu preciso estar bem sozinha, porque senão vou só pulando de galho em galho e sofrendo do mesmo jeito, já que essas pessoas vão acabar sustentando as expectativas e as frustrações de outros relacionamentos, além das angústias que partem de dentro de mim.
Quando eu começo a me sentir mal por qualquer coisinha que seja, como quando vejo o impacto que alguém estar falando comigo ou não têm sobre como eu me sinto bem comigo mesma, eu já quero tirar completamente essa pessoa da minha vida porque não vejo sentido pra isso acontecer. Como eu posso dar esse poder a alguém? Quem pode ser merecedor dessa responsabilidade de me fazer feliz além de mim mesma? E daí eu lembro do tempo que eu não pensava em absolutamente ninguém, não sentia nada e estava muito mais focada em mim, então, logo concluo que prefiro estar sozinha.
A tendência é que a gente siga em frente, ou pelo menos, um dos lados siga. Então, se eu sustentar a ideia de que podemos nos reencontrar e ficar juntos novamente, há grandes chances de que você siga em frente sem mim. E quando eu me der conta, vou ser passado pra ti enquanto ainda espero que você seja meu futuro. Quero dizer, pode acontecer, é claro. A questão não é acreditar ou não nessa possibilidade, mas simplesmente entender não vale a pena insistir pra se manter na vida de alguém que te afasta.
Às vezes, eu me pego pensando “eu queria que fosse você”. Eu queria que fosse você aquele que eu viveria uma história intensa que no fim desse certo, que eu calasse a boca de muita gente e, inclusive, meu pessimismo. Eu queria que fosse você aquele que eu dissesse que, apesar de tudo, foi o grande amor da minha vida. Porque pra mim, ninguém nunca chegou tão perto de ser ele quanto você, entende? E daí eu me conta de que não precisa ser você, eu simplesmente quero. E meu querer não é racional, é tipo um capricho infantil. Ele se baseia só nas minhas decepções do momento, no quanto eu já falhei em relação a isso, no quanto eu não consegui me apegar a quem estava interessado ou me apeguei demais as pessoas erradas. E quando penso sobre você, e não sobre as coisas boas do início e quem você era, mas quem se tornou comigo, eu percebo que por mais que eu queira, pode ser que simplesmente não seja você.
Demorei um pouco pra descobrir que não valia a pena. Alguma coisa, lá no fundo, me impedia de seguir em frente e eu continuava me apegando à detalhes pra justificar a minha insistência. Mas percebi que, na verdade, essa “coisa” era medo de fracassar mais uma vez, de não ser o suficiente, de não saber onde eu errei. Precisei me enfrentar, e foi o que fiz. Precisei te perder pra me encontrar. Meu final feliz estava o tempo todo dentro de mim.

DESISTA DE TUDO AQUILO QUE JÁ DESISTIU DE VOCÊ


É preciso deixar de manter junto gente dispensável, buscar novos empreendimentos e empregos que nos tornem pessoas realizadas, dar um basta nas relações recheadas de lágrimas, arrependimentos e súplicas vazias. Mas também é imprescindível olharmos para dentro de nós, percebendo a nossa parcela de responsabilidade sobre todo o mal que nos aflige.
 Talvez uma das maiores dúvidas que temos seja percebermos quando é chegada a hora de promovermos mudanças nos vários setores de nossas vidas. Isso porque a comodidade da zona de conforto em que nos sentimos confortáveis acaba por nos tolher a iniciativa de operarmos a quebra do que aparentemente se encontra instalado em nós. Mudar assusta e requer coragem, mas é vital e necessário.
Temos uma forte tendência a querer que os dias corram sempre na mesma sintonia, no mesmo tom, pois ansiamos, sobretudo, por calmaria e equilíbrio. No entanto, mesmo que aparentemente as coisas possam nos parecer já estabilizadas, nada é imutável, nada deixa de se transformar ao longo do tempo – é assim com as pessoas, é assim com tudo o mais.
As experiências acumuladas, as mudanças de perspectivas, as diferentes direções dos sonhos, as ressignificações de mundo, tudo serve para promover a ampliação de perspectivas. Nesse sentido, as ideias mudam, o mundo se transforma, ou seja, não permanecemos os mesmos, pois vamos também nos transformando ao compasso das mudanças que se descortinam ao nosso redor.
Por isso é que certas coisas vão perdendo o significado e a importância que possuíam para nós, à medida que avançamos no tempo e amadurecemos os nossos pensamentos. A vida corre e, aqui dentro da gente, os sentidos clamam pelo seguir sempre em frente. E prosseguir muitas vezes significa ter que deixar para trás parte daquilo que já tínhamos como certo em nossas vidas.
Não é fácil nem agradável nos libertarmos do que pensamos ser imprescindível em nossas vidas, pois temos a impressão de que não conseguiremos sobreviver sem aquilo tudo. Quer saber? Sobrevivemos, sim, pois fomos feitos para durar, a despeito de toda dificuldade, toda dor e toda desesperança que teimará em ferir os nossos sonhos. Uma vida digna é o que devemos priorizar, longe de coisas, de pessoas e de situações que só servem para nos distanciar de nossas verdades.
É preciso deixar de manter junto gente dispensável, que não faz a menor questão de nos fazer ou de nos ver felizes. É necessário buscar novos empreendimentos e empregos, caso o trabalho seja a pior parte de nosso dia. É urgente a necessidade de darmos um basta na relação, quando nos vemos mergulhados em lágrimas, arrependimentos e súplicas vazias. Mas também é imprescindível olharmos para dentro de nós, percebendo a nossa parcela de responsabilidade sobre todo o mal que nos aflige.
Todos os dias, a vida nos dá várias oportunidades para repensarmos o que fizemos de nossas vidas, para que tenhamos a chance de agir em favor de nossa felicidade. Felizmente, embora muitos não pensem assim, nunca é nem será tarde demais para reiniciarmos a busca pela realização de nossos sonhos. Sejamos, assim, a mudança que queremos para nossas vidas, de mãos dadas com quem nos ama sinceramente, com quem chegou para ficar, com disposição e com verdade.
Por: Professor Marcel Camargo

Tarde demais

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Eu, sinceramente, pensei que nunca mais fosse sentir isso e que já era forte o suficiente pra suportar quaisquer rupturas que o coração me trouxesse. Mas acontece que em algum momento entre tentar superar e seguir em frente, eu me perdi e perdi tudo aquilo que me sustentava. Se entregar, desistir ou ser vulnerável sempre foram sinais de fraqueza pra mim. Quando me sentia prestes a perder a linha desatava rapidamente o nó antes que se tornasse cego. No entanto, assim também impedia que se tornasse um laço para algo melhor. Essa solidão sempre me acompanhou, sendo às vezes tão forte que me deixa imobilizada e às vezes tão tênue que me conforta. Eu aprendi a me virar sozinha, a segurar o choro, a disfarçar os sentimentos, a reconhecer quando não sou bem-vinda, a não forçar a entrada no peito de ninguém. Aprendi a descartar tudo – e todos – que não me fizesse bem como uma roupa velha, aprendi a desfazer pontes mais rápido do que construí-las, aprendi que todo relacionamento é recíproco e se duas pessoas, eventualmente, se afastam, as duas quiseram. Aprendi a me esquivar do apego e esqueci como era se sentir assim, meio desarmada e desequilibrada porque parece que quanto mais evitamos nos apaixonar trombamos a cada esquina com uma bela cilada. Eu esqueci como é vestir uma armadura sorridente e ir à luta dia após dia até que o presente seja embrulhado em lembranças e deixado à porta do meu próprio passado sem nem sequer uma carta de despedida.

Passei o dia pensando se deveria ou não escrever pra ele, e mais uma vez, me faltaram palavras, rimas e hiatos que preenchessem as lacunas que ele deixou em aberto. Um letreiro luminoso paira sob a cabeça de quem vai ferrar nossa vida, e é irresistível. Então, eu chorei. Daquele jeito que há anos não chorava. Eu chorei com tanta força que senti um vazio que mal pude me aguentar dentro. Chorei a ponto de perder o sono, perder a fome, chorei ao ponto de perder a fala. Eu senti aquilo de novo, o incontrolável desespero de que tudo passe, um desejo mais forte do que triunfar ou ser feliz. Hoje, eu sei que, isso sim, é fraqueza, eu reconheço quando ela vem. É sempre assim, do nada, e me tira toda a vontade de resistir. No fundo, eu também sei que ela vai embora, como foi todas as vezes, mas quando eu olho para trás vejo o tempo que passou e que o sentimento permaneceu, eu não sei como mudar ou o que melhorar.

Não sei porquê, tampouco quando aconteceu, mas acho que isso faz parte da “mágica” que os outros tanto falam. Você acorda tranquila, sem expectativas, sem planos e quando vai dormir não sabe o que fazer com a angústia gritante no peito que só se cala com o toque ou a palavra de alguém. Não qualquer um, mas aquele alguém. Tão específico como nunca foi.
Eu sei que o amei – e ainda amo – o problema foi que eu não demonstrei isso o suficiente, e hoje, gostaria de lhe dizer todos os dias.

Via: Bendita Cuca

Quando você voltar, talvez eu não esteja mais aqui


 
Em todos os relacionamentos existem momentos críticos nos quais não sabemos que decisão tomar. Talvez seja necessário uma pausa para refletir, para decidir se a relação termina ou se vale a pena seguir em frente.
Em um relacionamento o casal é testado constantemente. Existem muitas dificuldades que devem ser superadas: as discussões, o desgaste, a rotina, as escolhas, como por exemplo, mudança de país por motivos de trabalho.
Mas, o que acontece se decidirmos “ir embora”? O relacionamento precisa passar pelo teste do abandono, onde um dos dois vai embora enquanto o outro fica esperando. Ou não?
“O importante não é o amanhã, mas hoje. Hoje estamos aqui, amanhã talvez já não estejamos mais”.
-Félix Lope de Veja y Carpio-

Dizer adeus é muito difícil, mas mais difícil é esquecer

Quando um dos dois decide ir embora, não importa a razão, talvez se arrependa mais cedo ou mais tarde. Às vezes, é preciso “dar um tempo”, e isso pode ser positivo ou negativo. O que ninguém pode fazer é dizer adeus imaginando que a outra pessoa “ficará esperando”. Pense bem, não seja egoísta; foi você quem decidiu ir embora.
Muitos de nós têm medo do. Talvez por algum trauma do passado ou por medo da solidão: é o famoso apego emocional que devemos evitar se desejamos ser felizes.
Mas se alguém que teme ser abandonado for realmente abandonado, pode reagir de várias formas. Para começar, pode ficar muito decepcionado e sentirá muita raiva do outro.
O ressentimento não é uma coisa boa, mas se você decidiu abandonar alguém, isso é inevitável. Coloque-se no lugar do outro; você foi embora e ele ficou… É muito difícil lidar com a dor da perda e tentar esquecer.
Por essa razão, voltar e querer encontrar a mesma pessoa é uma realidade que só existe na sua mente.

Eu aprendi a viver sem você

As pessoas que se sentiram abandonadas pelo seu companheiro, talvez porque eles se foram ou pediram um tempo, acabam superando e aprendendo a viver sem ele. Superam todo o apego e todo o sofrimento por não terem a pessoa amada ao seu lado… Tudo pode ser superado, embora no primeiro momento pareça que o mundo desabou.
Portanto, seria muito egoísta imaginar que vamos encontrar a mesma pessoa que abandonamos, porque ela precisou superar uma dor que nós lhe causamos. Provavelmente você não terá uma segunda chance.
Se o nosso companheiro se foi e não sabemos se voltará ou não, temos que aprender a viver como se ele nunca mais fosse voltar. Se você precisar se separar do seu companheiro, por qualquer motivo que seja, não espere encontrar a mesma pessoa quando voltar. Talvez ela já tenha refeito sua vida e desta vez quem vai sofrer é você.
“Se você for embora, não aguardarei a sua volta: leve os suspiros, os sorrisos e os beijos; se você for embora me deixará sozinho em um “beco sem saída”: leve também a lua, que foi cúmplice do nosso amor”.
-Jeiko Jimenez-
Ninguém é dono de ninguém. O poder está nas nossas escolhas, que vão construir o futuro e mudar o nosso presente. Não podemos segurar ninguém, nem mesmo pedir para nos esperar. Se vamos embora, quem sabe o que pode acontecer?
Nós vamos embora e acreditamos que o outro ficará nos esperando, mas tudo o que fazemos tem seus prós e contras; tudo traz consequências.

Não deixe para amanhã o que você pode deixar para lá

Escrito por Marcel Camargo, colunista do Sábias Palavras.

 

Muito já se disse e se escreveu sobre a necessidade de nos desapegarmos de tudo o que não faz mais sentido nas nossas vidas e, mesmo assim, continuamos a acumular bagagens inúteis e que emperram o fluxo do nosso caminhar. Retemos dentro de nós mágoas, ressentimentos, utopias, promessas vazias, alimentando o que já se foi em vão. Temos, em vez disso, que aprender a deitar fora o que está a obstruir o nosso respirar, sem hesitar.
Assim como os ambientes ficam intransitáveis, quando lotados de quinquilharias, os nossos sentidos também não se conseguem renovar, se ficarem perdidos no meio de sentimentos negativos guardados dentro de nós. Por mais que seja difícil, é preciso deixar que as coisas vão embora e saiam de nós, para que possamos deixar o nosso caminho livre para receber novidades que nos acrescentarão em todos os aspectos.

É preciso ter discernimento para saber o que merece ser mantido e guardado conosco a sete chaves e o que deve ser deixado para trás, longe das nossas vidas, distante da nossa alma. Ficarmos a remoer, de forma passiva, o que fizemos ou não, o que fizeram conosco, o que dissemos ou deixamos de dizer, os amores que se perderam, o que não foi mas deveria, sem digerir tudo isso em favor do nosso ir em frente, apenas servirá como peso catalisador de tristeza sem fim. E gente triste não avança, não partilha, não cresce nem encontra o novo, o recomeço.

A nossa felicidade também depende dos reveses que nos vitimam, para que ela se torne ainda mais especial quando se instala nas nossas vidas. Todas as dificuldades pelas quais passamos ajudam-nos a absorver os momentos felizes com mais intensidade e clareza, pois, tendo experimentado o gosto amargo da vida, seremos mais fortemente impelidos a buscar o sabor doce que os momentos certos e as pessoas amadas trazem consigo. Estaremos, então, prontos para agendarmos compromissos com tudo aquilo que nos ajudará a encontrar a felicidade, desmarcando possíveis desencontros inúteis.

Gastamos muita energia à toa com gente que não nos ama, com coisas de que não precisamos, com sentimentos que só nos atrasam o enriquecimento pessoal. Em contrapartida, perdemos a chance de encontrar pessoas que nos amarão de verdade, de cultivar sentimentos positivos e edificantes, de contemplar a beleza do mundo ao nosso redor, enfim, deixamos escapar a felicidade que se encontra ao nosso dispor, todos os dias.
Não podemos deixar de nos importar com tudo e com todos, adotando uma postura fria e distante, para evitarmos o acúmulo de tranqueiras emocionais. 

Da mesma forma, não basta negar e enterrar o que de ruim nos acontece, sem o enfrentamento necessário daquilo tudo, para que não fique algo pendente. Devemos, sim, lidar com toda a nossa bagagem, corajosamente, libertando-nos de amarras vãs, de pesos inúteis, de lembranças doloridas, pois somente assim estaremos inteiramente prontos para receber o melhor que a vida nos reserva. E, acredita, há muita coisa boa reservada para cada um de nós.

Oi ex, como vai você?




Eu não quero te dizer que tenho saudades dos nossos dias, dos nossos sorrisos quando éramos um só, muito menos das noites que dormíamos chateados um com o outro, ou das noites que dormíamos bem. Eu quero te dizer que sinceramente eu não vou te esquecer e sei que você não vai me esquecer também. Quero te dizer, do fundo do meu coração, que amor não morre como eu achava que morria, não some e nem acaba como achávamos e contávamos pra qualquer pessoa que perguntasse por nós.
Eu sei que nossa história acabou, sabe? Eu sei que a melhor coisa a ser feita foi desistir da gente, desistir de machucar, desistir de passar na cara, desistir de tentar organizar a bagunça que fizemos em nós. Eu sei que foi preciso desistir de continuar jogando porque o amor nunca foi um jogo e só aprendemos isso quando chegamos ao xeque-mate e ficamos sem razão pra continuar. Eu sei que o nosso relacionamento – que virou campo de guerra – chegou ao fim e que agora entramos em batalha com nós mesmos pra tentar esquecer o que vivemos. Mas eu quero te dizer, com toda certeza do mundo, que o amor não se acaba. O amor se eterniza. A gente tenta abstrair, mas esquecimento nenhum será suficiente pra negar nossa história. O que foi vivido continua pra ser relembrado e o amor se torna grandes lembranças.


Eu quero te pedir desculpas por te dizer várias vezes que acabou quando você me ligou tentando me convidar pra ir ao cinema. Quero te pedir desculpas por dizer pros seus pais que acabou quando fui pegar algumas peças de roupas que deixei aí. Quero te pedir desculpas por dizer que acabou quando você bateu em minha porta e com um sorriso desenhado no rosto me chamou pra dar uma volta. Quero te pedir desculpas por dizer que acabou quando o seu amigo me ligou dizendo que você estava pedindo desculpas mas que não teve coragem pra falar comigo porque eu diria que acabou e ponto. Quero te pedir desculpas por dizer que acabou quando me pegou de surpresa, buzinou na frente da minha casa me chamando pra ir ao show do Nando Reis. Quero te pedir desculpas por dizer que acabou quando você escreveu no asfalto da rua da minha casa de frente pra janela do meu quarto: volta pra mim. Quero te pedir desculpas porque não voltei pros teus braços, nem me permitir entrar novamente na tua vida, mas quero te dizer que foi melhor assim, foi melhor ter tirado minhas expectativas de nós, foi melhor ter recolhido meus sonhos pra você, ter colocado nossos planos no bolso e ter partido. Foi melhor sair sem bater a porta pra você não se assustar, apesar de que viver sem você me assusta um pouco. E desculpas se a minha partida foi tão calma que te deixou na dúvida se eu voltaria. Mas tá aqui, essa carta não é pra dizer que acabou, é pra dizer que coloquei um fim nisso porque aquele você que eu queria pra mim tinha partido em uma viagem sem volta pra Marte. Essa carta não é pra te dizer que voltarei, é pra dizer que estarei com você, só que agora sem beijos, abraços e vida. Estarei sempre com você, só que agora sem fotografias, sem compartilhar sorrisos juntos na linha do tempo do Facebook, sem te ligar a qualquer hora pra dizer que estou com saudade. Estarei com você dentro dos teus pensamentos e acompanhado de lembranças boas. Esta carta é pra te dizer que você sempre estará comigo também, e fique tranquilo, levei o suficiente de você pra me alimentar durante toda a vida e deixei o máximo de mim contigo pro'cê não passar fome nem mendigar sentimentos quando encontrar um novo amor.
Eu quero te dizer que não guardo ódio de ti, que deixei de escrever indiretas em meus status, que parei de dar você como exemplo de uma tragédia amorosa. Quero te pedir desculpas pelo medo que criei dos outros graças a você, quero te pedir desculpas por ter passado tanto tempo tentando te culpar só porque não consegui aceitar o nosso fim. E quero te pedir desculpas por lembrar só do que convém pra te culpar quando percebo que não mais te tenho. Eu não quero te culpar por nenhum episódio, por nenhuma página rasurada tampouco dizer que continuo sendo o personagem ingênuo disso tudo. Eu não quero dizer que estou bem pra te fazer se sentir mal. Eu não quero falar das minhas conquistas e da minha vida depois que você saiu. Eu quero te pedir desculpas por ter desejado que você ficasse doente nos finais de semana, por ter desejado que você tivesse dor de dente, por ter desejado que o péssimo astral do teu horóscopo se realizasse, que o pneu do teu carro furasse e que você se atrasasse no primeiro encontro. Não quero te acusar de nada, nem mandar você pro quinto dos infernos, muito menos te pedir pra voltar. Só quero saber se você está bem, se continua passando horas jogando no PC, se ainda bebe água na boca da garrafa ou se ainda esquece de desligar a TV. Só quero saber se você vai bem, se mudou de emprego, se ainda tem sossego ou se contou os meus segredos pra alguém. Quero saber se você trocou o vidro meio solto da janela, se ainda conversa balela ou se já provou pão com Nutella. Quero te dizer que eu andei mal, mas sarei. Que eu quis te ligar, mas me ajuizei. Que quis te chamar pra dormir aqui, mas abdiquei esses meus desejos bobos. Quero te dizer que pensei em voltar, mas foi melhor adiar. Não vim te atacar nem desejar mal a sua paquera. Não quero fazer guerra nem dizer que você não serve pra ela. Não vim te alfinetar nem dizer que você é desajeitado com o amor. Também não quero te convidar pra sair, nem te propor uma grande amizade, que se mude pra outra cidade, muito menos tramar alguma crueldade.
Quero te pedir desculpas por dizer que acabou quando você me enviou uma mensagem pedindo perdão, quando ligou pros meus pais pedindo ajuda, quando disse pra mim que estava sem chão. Quero te dizer que não vim cobrar, fazer jogo do azar nem te assombrar. Quero te desejar boa sorte, quero te dizer que sarei e sou forte, porque sei que o que passou já se foi pro norte. Quero te deixar um beijo porque lembro do seu jeito e sei que receberá sem rancor. Quero te deixar um abraço, porque lembro do nosso bom compasso e quero te dizer também que nada foi um fracasso. Quero te perdoar e te pedir perdão, porque não quero cansaço nem confusão. Quero te dizer que vou erguer a bandeira branca, te pedir pra ficar em paz, pra me deixar ser capaz e parar de dizer que você não tem talento pra amar de novo. Quero te pedir pra deixar pra trás o que passou, te propor aperto de mãos e conciliar um acordo sobre tudo que embaçou. Quero te pedir pra pôr um fim, te dizer mais uma vez que amor não se acaba e que, apesar da distância, somos exemplos disso.
 
 

Se sofri ou se sorri, já passou.

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Talvez demore mais que um mês, mas vai passar. Talvez me tire mais do que a paciência e o sono. Talvez eu precise me afastar de tudo que me lembra ele, mas eu sei que vai passar. Talvez eu tenha que evitar qualquer assunto que me traga a lembrança da sua voz em teimosia ao pé do meu ouvido (e talvez eu não consiga por algum tempo), mas um dia vai passar. Talvez quando ele acordar e me procurar se afunde no vazio da cama, mas vai se acostumar. Talvez eu ainda tenha esperança de que seja ele toda vez que meu telefone toca na madrugada, mas quando eu menos perceber, vai passar.

Tem dias que eu não consigo me lembrar porque acordo sozinha depois de tanto tempo sonhando a dois, e teu cheiro resiste impregnado ao lençol. Tem dias em que me vejo perdida cruzando vidas sem pedir licença e, sem me dar conta, faço o caminho da sua casa. Tem dias que vomito as respostas que engoli pra impedir uma discussão, e percebo que sinto falta até de tê-las. Tem dias que não me importo com quem você anda, para onde foi, com quem está, mas torço de dedos cruzados pra que não me digam. Não posso me importar com o que não sei.

Leio meu horóscopo, jogo cartas, decoro tua rotina e me apego aos comentários de que teus olhos não desviavam de mim, mesmo quando teu corpo inteiro me evitava. Já não sei há quanto tempo estou assim: esperando. Esperando passar, esperando mudar, esperando aceitar e, por que não dizer, esperando você? Eu sei que vou superar, mas não sei se quero. Gostar de você é tudo que tenho de ti. No entanto, a cada dia percebo que amor não deveria me consumir aos poucos, mas sim, me preencher. Que não deveria me deixar angustiada, mas aliviada. Que eu não deveria ter dúvidas, mas confiança. E muita.
Talvez tínhamos que ser mais do que fomos um para o outro, e mesmo assim, vai passar. Talvez tudo tenha sido mesmo escrito e fomos rascunho ao aguardo da arte final, mas eu sei que vai passar. O que ficou para trás virou passado, o que está a frente é mistério. Não temos como adivinhar quem fica e quem passa, tampouco como impedir alguém de nos deixar. Amor é a liberdade de ir e voltar quando quiser, mas merecer a estadia pelo tempo que for. Nem sempre o que nos faz bem foi feito pra durar. Estar junto, nada mais é, do que fazer um segundo se eternizar no peito.

Amor não é aquilo que a gente cria enquanto diz gostar de alguém; isso é apego. Amor é aquilo que a gente descobre quando caminha ao lado de alguém. É, sobretudo, parceria, e não só carinho. Tem dias que a esperança me leva a lugares que o amor nunca andou, e às vezes, é preciso parar de procurar outras pegadas para seguirmos a trilha até do nosso próprio coração.

Via: Bendita Cuca

NEM SEMPRE O SILÊNCIO É ESQUECIMENTO

Escrito por Marcel Camargo, colunista do Sábias Palavras.
Veja mais de Marcel clicando aqui. 

Ao contrário do que possa aparentar, muitas vezes o silêncio tem muito a dizer, carregando em seu aparente vazio uma intensidade tamanha de sentimentos e de carga emocional muito mais significativa do que enxurradas de palavras ou gestos exacerbados. O silêncio pode acalmar, ferir, amparar ou até mesmo violentar, às vezes trazendo paz, outras vezes incitando tempestades – nem sempre o silêncio é pacífico. 
O silêncio pode ser revolta, rebeldia, contrariedade contida. Nem sempre estamos prontos para expressar nossos pontos de vista, no sentido de verbalizar o que queremos, o que temos aqui dentro. Assim, mesmo que estejamos discordando de algo, silenciamos, pois nos falta a coragem necessária para que nos libertemos dessa prisão que nós próprios criamos, ou mesmo porque sabemos que qualquer tentativa de diálogo será inútil e cansativa naquele momento. 
O silêncio também pode corresponder à reflexão, a um turbilhão de pensamentos pulsando dentro de nós. O pensamento e a fala devem conviver harmonicamente, de forma que um não atropele o outro, colocando-nos em situações constrangedoras. Palavras, após proferidas, não voltam mais, deixando suas marcas, muitas vezes negativas, nas nossas vidas e nas dos ouvintes. Pensar sobre o que se diz é necessário, pois, caso possamos machucar alguém ou a nós mesmos, sem razão, é preferível emudecer. 
Às vezes, o silêncio é solidão, é vazio, solitude doída e emudecida. Mesmo acompanhados, ainda que em meio a muitas pessoas, podemos estar solitários, sentindo-nos sem acolhida, sem partilha, sem pertencimento. Como se não fizéssemos parte da vida do outro, como se fôssemos desimportantes, dispensáveis. Perdidos nessa irrelevância emocional, ruímos por dentro, minando nossa autoestima e nossa capacidade de ser feliz. 
Outras vezes, o silêncio é desistência. Há momentos em que o mais prudente a se fazer é desistir de algo, de alguém, de tentar convencer, amar, de clamar por atenção e reciprocidade. Certas situações nos pedem que partamos para outra, que canalizemos nossas forças e energias em direção ao que nos trará contrapartida, retirando-nos dos apelos vazios, da mendicância afetiva, pelo bem de nossa saúde física e de nosso equilíbrio emocional. 
Silêncio, da mesma forma, pode significar desapego, libertação, livramento de amarras que nos impedem o caminhar tranquilo de nossa jornada. Precisamos nos despedir de tudo aquilo que pesa em nossos ombros, emperrando a visualização serena das possibilidades que nos aguarda o futuro. Temos que serenar a celeridade que intranquiliza os nossos corações, jogando fora bagagens sem as quais conseguiremos viver melhor. 
O silêncio, infelizmente, muitas vezes é mágoa, ressentimento, lamentação acumulada. Na impossibilidade de encontrarmos coragem de vivermos nossas verdades por inteiro, de refutarmos o que não nos completa, tampouco nos define, de impormos aquilo em que acreditamos, sufocamos nossos sentimentos mais íntimos sob a infelicidade de aparências condizentes com o que todo mundo espera – exceto nós próprios. Nesses casos, o silêncio é o crepúsculo moroso de nossa existência.
 Felizmente, no entanto, o silêncio também pode – e sempre o deveria – implicar felicidade, certezas, convicção e força. Sabermos os momentos certos para calarmos e guardarmos para nós aquilo que pensamos nos salva de problemas dispensáveis com gente que não significa nada na nossa vida. Quando estamos seguros quanto ao que somos, quanto aos nossos sonhos e planos de vida, nenhum barulho é capaz de abalar as nossas verdades, minimamente que seja. Quando o silêncio guarda o que temos de mais precioso, estaremos então caminhando rumo ao alcance de nossos sonhos, para que possamos dividi-los com quem compartilhamos amor de verdade, e com ninguém mais.

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Pode ir, mas não pense em voltar




Me entreguei à você desde o primeiro minuto. Te vi lá naquela manhã e parecia que eu havia esperado toda a minha vida por aquele momento. Até há pouco tempo conseguia sentir a mesma sensação incrível sensação que percorreu meu corpo e todos os meus sentidos quando te conheci: o arrepio na espinha, o frio na barriga, o sorriso automático que todos os nossos amigos notaram, a fixação dos olhos.

Ainda acredito no amor. Porém você me fez perder parte da pureza que levava comigo. Agora eu sei enganar, mentir e dissimular, e, mesmo quando não quero, acabo fazendo esse tipo de coisa tão condenável. Eu achava que fomos feitos para dar certo, você nunca me passou a mesma impressão. Acho que acabei por gostar mais do que você e isso machuca demais. Machuca meu interior deixando eu me sentir um tolo, fere meu ego por saber que todo mundo via o que apenas eu não via. Vivi uma ilusão por acreditar que ingenuidade era uma virtude. 

Findei por desvendar que ser ingênuo está mais pra vício, por mais feio que isso soe, precisamos de malandragem por que a vida exige mais que transparência, requer que guardemos alguns segredos pois nossas condutas podem acabar por transformar nossas forças em fraquezas num piscar de olhos.

Cheguei a pensar em te pedir mais uma chance pra nós, afinal nem tudo precisa ser definitivo. Também andei dizendo por aí que você era meu ex-futuro amor, que o destino conspirava e você abriria os olhos pra ver que embora em algum momento a gente se perdesse, acabaríamos por nos encontrar. Tem coisas que quando quebram não tem conserto.
Aprendi a me valorizar e já me sinto livre para dizer: toma teu rumo, vá. Só que depois não venha com desculpas. Pode ir, mas não pense em voltar.

Escrito por Paulinho Rahs, colunista do Sábias Palavras.

Não é porque foi bom no passado que será bom agora.


 
Não é porque foi bom no passado que será bom agora. Tem certas coisas que merecem apenas ficar nas boas lembranças, o coração muda, a mente se transforma. É preciso desapegar-se para não estragar aquilo que já foi vivido. Vai por mim, café requentado por mais de um dia já não presta, não se iluda tentando reviver algo que passou e não se tornou eterno.

O TEMPO PASSOU PARA OS ATORES DE ''TODO MUNDO ODEIA O CHRIS'' VEJA COMO ELES ESTÃO ATUALMENTE


 Se você era fã do seriado ''TODO MUNDO ODEIA O CHRIS'' assim como eu, melhor se sentar na cadeira.

A  série que contava as experiências de vida de um adolescente chamado Chris Rock, interpretado por Tyler James Williams durou entre 2005 a 2009 e era de grande audiência aqui no Brasil.

O elenco era formado por grandes nomes como Terry Crews e Vincent Martella. Tichina Arnold, na pele da inesquecível Rochelle.

Confira nas fotos abaixo como estão eles hoje em dia.




Tyler James Williams que interpretava Chris tem 23 anos e ainda está atuou em The Walking Dead.



Terry Crews (47 anos atualmente) era Julius, pai de Chris, agora, no entanto ele faz o sargento Terry Jeffords da novata Brooklyn Nine-Nine.



 
Tichina Arnold atualmente com 46 anos era Rochelle, mãe de Chris, Depois do seriado ela fez uma breve participação em Raising Hope e Happily Divorced, ela ainda participou duas vezes em Let's Stay Together, e da série Survivor's Remorse que está no ar atualmente.



Imani Hakim está com 22 anos e interpretava Tonya, a irmã de Chris, atualmente, esta filmando o longa Chocolate City que estreiou em 2015. 



Aos 23 anosVincent Martella era Greg, o melhor amigo de Chris, atualmente não vemos ele com frequência, mas escutamos pois é ele quem dá voz à Phineas no desenho Phineas e Ferb. O garoto teve uma rápida participação na série The Walking Dead



O filho mais velho era Drew, (Tequan Richmond, atualmente com 23 anos) é o mais sumido dos holofotes ele está com 21 anos!



Tasha (Paige Hurd, atualmente com 23 anos) era a "garota dos olhos" de Chris, ela atualmente trabalha como modelo e está incrivelmente linda. 





Via: Motivação do dia